terça-feira, 9 de setembro de 2014

MEDICO VETERINARIO informando e colorindo...


A Medicina Veterinária deu os primeiros passos quando o homem primitivo começou a domesticar o primeiro animal. Os mais antigos registros de nossa atividade profissional datam do século XVIII AC, com informações gravadas no Papyrus Veterinarius de Kahun, com várias referências sobre a medicina animal. Mas a Medicina Veterinária moderna teve origem em 1762 quando Claude Bourgelat criou, em Lyon, na França, a primeira Escola de Veterinária, e em seguida a Maison Alfort, nos arredores de Paris, em 1765. As duas escolas se constituíram em verdadeiros pólos irradiadores para as demais nações do mundo. Até o final do século XVIII, surgiram 20 estabelecimentos de ensino veterinário na Europa.
No Brasil, a idéia de criação de estabelecimentos dedicados ao estudo da Medicina Veterinária foi despertada quando o imperador Dom Pedro II visitou a Escola Veterinária de Alfort em 1875, só se concretizando, entretanto sob a égide da República, com o Decreto 8.319 de 20 de outubro de 1910, assinado pelo presidente Nilo Peçanha. O documento tornava obrigatório o ensino da Medicina Veterinária. No mesmo ano foram criadas a Escola de Veterinária do Exército e a Escola Superior de Agricultura e Veterinária, ambas no Rio de Janeiro.
O ensino foi dirigido, inicialmente, de maneira diferente nas duas escolas. A civil foi orientada à produção animal, principalmente dos bovinos. Os animais importados eram atacados pelos carrapatos transmissores da anaplasmose e babesiose (enfermidades parasitárias comuns até hoje), exigindo um exaustivo trabalho de premunição. Mais tarde, houve uma grande orientação para a clínica de pequenos animais e a saúde pública veterinária, com a campanha contra o mormo, doença que atacava os cavalos e os soldados. Os melhores alunos da Escola do Exército eram enviados para o Instituto Osvaldo Cruz, precursor da pós-graduação formal no Brasil, muitos dos quais foram transformados posteriormente em destacados cientistas.
A primeira turma da escola civil graduou-se em 1917. Três anos depois, fundava-se a Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária - SBMV. O primeiro diploma legal a regulamentar a Medicina Veterinária veio com o Decreto 23.133 de 9 de setembro de 1933. A data foi escolhida posteriormente como o dia do Médico Veterinário. Em 23 de outubro de 1968, houve a aprovação da Lei 5.517, que estabelece a segunda regulamentação e cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Medicina Veterinária. Desde então a Medicina Veterinária vem evoluindo em essência, aprimorando as técnicas, somando em ações humanitárias e contribuindo indubitavelmente com a promoção do crescimento tecnológico, econômico e social do Brasil.
fonte: Unicastelo
Parabéns a todos profissionais da área, que atuam indiretamente ou diretamente com todos animais, inclusive que ajudam a aprovar muitos de nossos alimentos.
Vamos aproveitar para colorir:





segunda-feira, 14 de abril de 2014

A HISTORIA DA PÁSCOA CONTADA POR CRIANÇAS



Este vídeo conta de um modo lindo, puro e gostoso de se ver a verdadeira historia da Páscoa, contado e encenado so por crianças.
É lindo, vale a pena ver!


boa páscoa a todos

beijos


terça-feira, 1 de abril de 2014

QUINZE ANOS



Era uma pobre criança...
— Pobre criança, se o eras ! —
Entre as quinze primaveras
De sua vida cansada
Nem uma flor de esperança
Abria a medo. Eram rosas
Que a doida da esperdiçada
Tão festivas, tão formosas,
Desfolhava pelo chão.
— Pobre criança, se o eras! —
Os carinhos mal gozados
Eram por todos comprados,
Que os afetos de sua alma
Havia-os levado à feira,
Onde vendera sem pena
Até a ilusão primeira
Do seu doido coração!

Pouco antes, a candura,
Co’as brancas asas abertas,
Em um berço de ventura
A criança acalentava
Na santa paz do Senhor;
Para acordá-la era cedo,
E a pobre ainda dormia
Naquele mudo segredo
Que só abre o seio um dia
Para dar entrada a amor.

Mas, por teu mal, acordaste!
Junto do berço passou-te
A festiva melodia
Da sedução... e acordou-te!
Colhendo as límpidas asas,
O anjo que te velava
Nas mãos trêmulas e frias
Fechou o rosto... chorava!

Tu, na sede dos amores,
Colheste todas as flores
Que nas orlas do caminho
Foste encontrando ao passar;
Por elas, um só espinho
Não te feriu... vás andando...
Corre, criança, até quando
Fores forçada a parar!

Então, desflorada a alma
De tanta ilusão, perdida
Aquela primeira calma
Do teu sono de pureza;
Esfolhadas, uma a uma,
Essas rosas de beleza
Que se esvaem como a escuma
Que a vaga cospe na praia
E que por si se desfaz;

Então, quando nos teus olhos
Uma lágrima buscares,
E secos, secos de febre,
Uma só não encontrares
Das que em meio das angústias
São um consolo e uma paz;

Então, quando o frio espectro
Do abandono e da penúria
Vier aos teus sofrimentos
Juntar a última injúria:
E que não vires ao lado
Um rosto, um olhar amigo
Daqueles que são agora
Os desvelados contigo;

Criança, verás o engano
E o erro dos sonhos teus;
E dirás, — então já tarde, —
Que por tais gozos não vale
Deixar os braços de Deus.


(Machado de Assis)




terça-feira, 20 de dezembro de 2011

UM POEMA DE NATAL ENQUANTO VOCÊ PINTA NOEL







Natal Infantil

Que bom chegou Natal
A casa está enfeitada
Papai pintou sem igual

Tudo reluz pra chegada

Da lapinha desenhada
Com lápis cola e pincel
Na escola a criançada
Faz cada tela a granel

A sala fica enfeitada
Pra receber o menino

No canto a hora afinada
Pra Jesus pequeno Divino

No presente a surpresa
Que fiquei muito grata
Coleção de livros na mesa
Uma boneca linda cara


Então pensei e pedi

Para mamãe o presente
Dá-me boneca e carrinho
Pra aquela menina ausente

Entrego na igreja do bairro

Ou no correio inteligente
Ficamos feliz eu e ela
Amiga distante presente

No coração a emoção
A gratidão só um dia

Mas vele de coração
Na intenção a valia

Feliz natal criançada
Até o próximo que vem
Estaremos todos aqui
Eu meus pais tu também

Sonia Nogueira

fonte: luso-poemas



beijos,

 
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